Prolongar a amamentação pode favorecer anemia em crianças
Deficiência de ferro aumenta 5% por cada mês adicional de aleitamento
Embora o leite materno seja considerado o melhor alimento para o bebê, uma nova pesquisa sugere que, em longo prazo, a amamentação pode levar a baixos níveis de ferro no organismo das crianças. Isso não significa, é claro, que a prática deva ser abandonada. Apenas que os pais devem ficar mais atentos a quadros de anemia, dependendo do tempo durante o qual elas foram amamentadas. A descoberta foi publicada no dia 15 de abril na versão online de Pediatrics.
Especialistas liderados por um pediatra da University of Toronto, no Canadá, analisaram dados de 1.650 crianças com idades entre um e seis anos por um período de três anos. Nenhuma delas apresentava qualquer condição crônica de saúde. Vale lembrar que a Organização Mundial de Saúde recomenda aleitamento exclusivo nos seis primeiros meses de vida. Depois dessa fase, alimentos sólidos podem ser introduzidos na dieta do bebê.
Os resultados mostraram que a probabilidade de apresentar deficiência de ferro aumentava em 5% por cada mês adicional de amamentação. Assim, pais de crianças amamentadas por mais de um ano devem ficar atentas aos níveis de ferro no organismo. Ele é um nutriente fundamental para o desenvolvimento do sistema nervoso e do cérebro da criança. Além disso, a demanda do nutriente para o crescimento também aumenta nessa fase da vida.
Nos primeiros meses de vida do bebê, o ferro é passado pelo leite materno de forma eficiente e em quantidades adequadas. Ao longo da vida da criança, entretanto, a necessidade do nutriente aumenta, sendo necessário complementar a dieta.
Alimentos que evitam a anemiaPara evitar a anemia ferropriva, o ideal não é investir apenas uma dieta rica em ferro. Outros nutrientes também estão envolvidos na carência desse mineral. Confira abaixo alguns alimentos fundamentais para evitar a doença:
Especialistas liderados por um pediatra da University of Toronto, no Canadá, analisaram dados de 1.650 crianças com idades entre um e seis anos por um período de três anos. Nenhuma delas apresentava qualquer condição crônica de saúde. Vale lembrar que a Organização Mundial de Saúde recomenda aleitamento exclusivo nos seis primeiros meses de vida. Depois dessa fase, alimentos sólidos podem ser introduzidos na dieta do bebê.
Os resultados mostraram que a probabilidade de apresentar deficiência de ferro aumentava em 5% por cada mês adicional de amamentação. Assim, pais de crianças amamentadas por mais de um ano devem ficar atentas aos níveis de ferro no organismo. Ele é um nutriente fundamental para o desenvolvimento do sistema nervoso e do cérebro da criança. Além disso, a demanda do nutriente para o crescimento também aumenta nessa fase da vida.
Nos primeiros meses de vida do bebê, o ferro é passado pelo leite materno de forma eficiente e em quantidades adequadas. Ao longo da vida da criança, entretanto, a necessidade do nutriente aumenta, sendo necessário complementar a dieta.
Alimentos que evitam a anemiaPara evitar a anemia ferropriva, o ideal não é investir apenas uma dieta rica em ferro. Outros nutrientes também estão envolvidos na carência desse mineral. Confira abaixo alguns alimentos fundamentais para evitar a doença:







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